A procura por um implante de silicone tem aumentado consideravelmente desde a última década, seja de mulheres insatisfeitas com a queda de seus seios devido ao avanço da idade, mulheres que já apresentam uma assimetria natural nas mamas ou até mesmo aquelas que querem ter seios maiores.
A cirurgia traz muitos questionamentos quanto ao tamanho adequado, possíveis riscos, entre outros fatores dos quais é essencial ter conhecimento antes de se submeter a um implante. Pensando nisso, decidimos reunir as perguntas mais frequentes feitas por mulheres a respeito da prótese de silicone.

Em geral, a amamentação não fica comprometida pela colocação de prótese. Entretanto, se o implante for exagerado para a estrutura de seus seios, isso pode influenciar na amamentação, uma vez que o implante é posicionado abaixo do tecido mamário, região onde é produzido o leite materno. A prótese empurra este tecido para frente e, se ela for grande demais, poderá comprimir a mama e comprometer a capacidade de amamentação. Portanto, o melhor é sempre encontrar o tamanho ideal.
Sim, em 10% dos casos. O risco de rompimento pode aumentar com o passar dos anos, durante a mamografia ou devido a algum trauma na região.
A mamografia é realizada normalmente. Porém, no caso de a mulher possuir implante de silicone. É preciso avisar o profissional antes do exame para que ele modifique os parâmetros do aparelho. Sendo assim o diagnóstico de lesões não fica prejudicado. Outro ponto importante é que a prótese não está relacionada com o desenvolvimento do câncer de mama, e sim com outros fatores que tem origem em seu próprio organismo.
A ”contratura capsular”, chamada rejeição, pode acontecer quando há um espessamento da membrana que cerca o silicone. Esta camada fibrosa se forma para tentar proteger o corpo do corpo estranho. Neste caso, quando ela se espessa o seio fica mais firme ao toque. É difícil ocorrer a contratura capsular, mas, caso haja, procede-se com a retirada e troca da prótese.
Não existe um validade para as próteses. O que não quer dizer que sejam definitivas. Como qualquer material, haverá um desgaste gradativo. Com o passar dos anos a chance de ruptura aumenta. O melhor é manter o acompanhamento anual mamário e pensar numa troca a partir de 10 anos de utilização.
Pode. O problema que muitas mulheres enfrentam após a remoção das próteses é que será preciso remodelar o volume da mama. Como ocorre uma atrofia das mamas devido à pressão causada pelos implantes, seu volume será reduzido e em alguns casos poderá haver algum grau de flacidez.

Enfim, a prótese de silicone é uma ótima opção para as mulheres que estiverem insatisfeitas com seus seios e quiserem melhorar sua aparência, refletindo positivamente na auto-estima, mas isso deve ser feito com consciência e depois de muita reflexão sobre a colocação ou não dos implantes. Por isso, é primordial que haja uma avaliação detalhada com seu cirurgião para ver se os implantes são ideais para você.
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Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

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